quarta-feira, 31 de maio de 2006
um ano, dois dentes. O Simão quer um irmão, e se puder ter um telemóvel com imagens também vem a calhar. Ri-se desalmadamente com o dente de cima e o de baixo e eu para ele a fazer figurinhas ridículas que espero que a sua memória o faça esquecer.
Hoje percebo todas as tias, as minhas e as dos outros e aquelas que vibravam (e tanto me irritavam) a contar as gracinhas dos seus sobrinhos que para mim não tinham graça nenhuma. Não sei se é de ser tia... ou lá no fundo, no fundo querer vir a ser mãe. A verdade é que estou a chegar aos trinta???!!??!!!!
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12:47 a.m.
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Eu sou uma delas. A mais escura. Esta foto deve ter sido tirada no dia 18 de agosto, dia de anos do Tio Ccarlos. parecidissimo comigo. Leão, adora ter gente à volta, esperto, olhos claros, bom fundo, má superfície, ansioso, impaciente, empenhado, angariador de afectos... Eu fiz provavelmente 5 anos 3 dias depois, como sempre.
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12:39 a.m.
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nem tudo o que reluz é ouro...nem todo o ouro reluz
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12:32 a.m.
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terça-feira, 30 de maio de 2006
casamento
Esta forma de vida (Amália)... há amália e a amália, há ir e voltália... por falar nisso, a rita (minha irmã mais velha vai casar dia 15 de Agosto... uma mulher que esteve emigrada na França 8 anos e casa em agosto, no 15. Vá lá, se queres ver! É o quarto casamento deste ano e o que mais me entusiasma. Claro.
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5:49 p.m.
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um fio na cabeça é pouco... na sopa, é muito!
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5:47 p.m.
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Circo para o povo
Eu cá não me importo quero é festa! Isto está sempre mal. Aumentaram o IVA de 19 para 21 % (ou seja em tudo o que se compra houve um agravamento), que se lixe, eles estão a trabalhar. Agora em vez de empregos temos tecnologia. É um país tecnológico. Então se formos aos Arcos de Valdevez, às províncias aqui ao lado, no Ribatejo, no Alentejo, em Vila do Bispo, é ver tecnologia em cada canto. Não há casa onde não haja uma mini televisão da loja chinesa e uma calculadora da loja dos trezentos. É tecnologia a chegar. Portugal transpira tecnologia e – talvez devido a esta mudança de clima sue muito!!! Os restaurantes fecham às 10 da noite no Verão, época alta dos turistas que saem da praia às 9, ou seja no por do sol, tendo portanto de ir comer um sandwiche a um bar, ranhoso
, manhoso, aberto por lisboetas para a época balnear, portanto os dividendos desse turismo revertem para a urbe… é a tecnologia!
As auto-estardas têm cada vez mais vias verdes e cada vez mais portagens. É a tecnologia!!!! Os gabinetes multiplicam-se em avenças, que provavelmente trabalham… a partir de casa – regime de comodato… é a tecnologia! Portanto concluo que o Sr. Primeiro Ministro está a suceder-se muito bem. Choques tecnológicos a torto e a direito, nas estradas então…Enquanto isso acontece, temos ainda a sorte de um mundialzito a meio, com um trenador que quer é ir embora e jogadores que, juntos, num ano devem ganhar o mesmo que o estádio de Guimarães cheio de vimaranenses. Valha-nos que não somos nós que pagamos, aliás eles até devem dinheiro ao fisco.. que não pagam, é certo, mas devem...
Esta tecnologia deixa-me em estado de choque!
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3:32 p.m.
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Novos mercados
A pensar nos investimentos, lembrei-me de uma conversa, há uns tempos atrás com um amigo politicamente, ainda bem posicionado. Dizia ele, o que está agora é comprar toneladas de poluição. Quem comprar vai vender muito mais caro daqui a uns tempos, porque a EU vai obrigar os Estados-Membros a pagar grandes multas por excesso de emissão de carbono e outros poluentes. Na altura não percebi bem a conversa, ou melhor, não liguei. Agora, vejo nas notícias que grandes empresas e grandes grupos já têm a sua quota e “reservaram” espaço / toneladas de poluição para vender mais caro a empresas cuja actividade exceda os limites autorizados. Como, segundo percebi, a maioria das indústrias mais pequenas, ou menos grandes, ultrapassam os limites permitidos por lei e pelas regras comunitárias, abra-se aqui um nicho de mercado, que se diga, muito interessante. Faz-me lembrar umas notícias sobre um tipo que comprou espaço lunar. Aquém? Será que é de quem chega primeiro? Não devia haver um concurso público? Poderemos lançar uma OPA?
Outra coisa, e desta vez meio lunática: adorava ter um carro movido a electricidade. Não percebo porque é que os meninos do Técnico (IST) que são tão inteligentes, prestigiados etc etc não inventam transportes individuais movidos a energias renováveis. Eu, por exemplo, já não consigo suportar as contas de gasolina e não me importava de investir num tipo-smart para ir de casa para o trabalho e do trabalho para casa e para os cafés e para a praia e para o shopping, e para a farmácia e para o supermercado e….
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2:53 p.m.
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ChiqueLAPA!

Estacionar na Lapa... boa vizinhaça! Chegar ao carro com pneu furado, porque estacionei em cima do passeio, respeitando a distância de carrinhos de bébé e velhinhos de bengala, porque é quinta e a noita vibra em santos, portanto residentes... vão de taxi para casa! Gastar um dinheirão para comprar um pneu novo, porque este "já não tem remédio" e ainda ter a velhota do último a observar-me e com um misto de troça e solidariedade dizer: "foi o daí de baixo... muito malcriado... mas a menina...tava no passeio, não é?". Eu e a fila toda e todas as filas da lapa que à noite dormem na lapa. Chique!
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12:23 p.m.
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dentes
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12:09 p.m.
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idiota
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12:03 p.m.
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histórias
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quinta-feira, 23 de março de 2006
Di...

Esta era a minha chefe. Uma grande amiga -1,75 . Foi até à cerca de um mês, agora já não é. Já fizemos tanta coisa juntas. Alguém diria "Tanta merda juntas" (eu nunca fiz nada disso com ela mas já assisti a esse momento, muito embora ela demore tempo a mais para a minha média de aguentar o cheiro). Somos muito diferentes, ela tem quase mais 20 cm do que eu, faz covas a rir. Eu também tenho, mas noutras bochechas, as minhas - covas - são várias e acentuadas.
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4:05 p.m.
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de volta
Cá estou eu, de volta, cheiiinha de novidades e saudades de deixar aqui a marca dos meus dias, para daqui a uns meses poder voltar a reler-me e rir das patetices que então eram tão importantes.
Por isso vou ser rápida, não me vou estender (ao comprido) com grandes divagações, opiniões, comichões, impressões, opressões, repressões e todas as outras acabadas em "ões" que inclui camiões, ou em brasileiro , caminhões, fogões, furacões, canções. O dia está feio e eu também. Estou cheia de sorte, pelo menos não me sinto sozinha. É sempre mais fácil sermos dois a viver a mesma sensação - e diga-se que ele está bem pior do que eu! Chove torrencialmente e ouve-se o vent a bater nos prédios enormes da quinta do lambert... lambert... lambert... não se lê o T e faz-me lembrar ... tanta coisa.
Volto daquinada... quisses e gudbais.
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3:57 p.m.
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sexta-feira, 18 de novembro de 2005
Fetiche
Cabem as mais diferentes porcarias sempre com uma boa desculpa… é fetiche. Sodomia, maso-sadismo, halterofilismo, o corpo besuntado com comida, banhos de chantili entre pêlos ou púbis rapadas, lutas de lama, frascos com pós que aumentam os músculos, algemas, cuecas pequeninas, wc’s de aviões, de discotecas, bancos do carro, tabeliers, relva, dispensas, quartos de irmãos, cama dos pais, rendas, folhinhos, cremes, tintas, sedas, tigresas, cera, objectos cortantes, silicones, botox, wonder-maravilhas para rabos e maminhas, tatuagens… enfim, um sem número de artefactos implícitos nos comuns conceitos de malícia e perversidade.
“É um fetiche que tenho!” ouvimos. Podemos, então, sujeitar-nos ou não aos caprichos, imposições ou meras sugestões dependendo da vontade, do agrado ou da submissão.
Geralmente vem dos homens.
As mulheres que sugerem são porcas, são desavergonhadas.
Ao homem muito mais é permitido do que à mulher. Há uns tempos escrevi isto, ou pelo menos disse: num primeiro encontro o homem que não insiste é tão mau como a mulher que se deixa ir. O homem que num primeiro encontro não tenta ir até ao limite é fraco, é panhonha e provavelmente nem sequer é másculo… a mulher que se deixa ir é fácil, descartável e em última instância não serve para namorar. Então porque se exige um comportamento que sugere algo que, na realidade não se deve concretizar se se pretende uma relação futura? É um perfeito contra-senso. Mais. A maioria das pessoas, homens ou mulheres procuram essa relação futura. Querem dar de caras com a tal cara-metade que estará algures perdida na multidão de gente com que se cruzam ao longo da vida.
Não faz sentido e é uma irracionalidade que alimentamos com os preconceitos societais impostos pela mentalidade portuguesa mesquinha. A frase “na horizontal somos todos iguais” é aparentemente de uma enorme brutalidade, mas reduz a uma simplicidade uma verdade inesgotável. Independentemente dos preconceitos, fetiches todos temos….e como diz o “outro” – um qualquer e qualquer um – andamos todos ao mesmo.
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10:38 a.m.
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quarta-feira, 16 de novembro de 2005
Euromilhões
enquanto o dia é mais ou menos igual ao de ontem , e muito provavelmente parecido com o de amanhã, acho que vou ver os tais investimentos. Mas confesso, preferia ser dondoca. Aliás, adorava ser dondoca. Adorava ter pasta, money, argent, pastel, cacau, massa, estar cheia dele, saltar-me dos bolsos, ser podre... Adorava. Digo já aqui, para o caso de ganhar um Euromilhões que não jogo, o que faria se fosse milionária:
- Comprava uma volta ao mundo...
- Um prédio com 8 andares, e arrendava todos.
- Uma casa, tipo quinta, palácio, palacete (até me tremem as mãos só de escrever!) em plena Lisboa.
- Criava uma empresa de transportes nacionais (para substituir a velha Resende e a famosa Eva, que me entala as pernas em cada viagem que não consigo evitar fazer).
- Oferecia ao país uma extensão do metro até ao aeroporto.
- Jogava na bolsa, no casino e no bingo até ao máximo imposto por mim, e pelo meu advogado, queria o não-sei-quê martins candidato a Presidente da República, de 50 mil euros.
- Tirava um curso de arte dramática só pelo prazer.
- Inscrevia-me novamente - e com vergonha na cara - no ginásio dos senhores Holmes e Place com link internacional.
- Oferecia um pé de meia, a meia e até o sapato às manas.
- Criava um centro Cultural na Vila dos Arcos de valdevez.
- Comprava um T3 ao B e... um carro novo - eu meu nome, está claro!
- Um flat em São Paulo.
- Um 18m2 em Paris.
- O máximo de terrenos que conseguisse...
- Um canal de televisão...
- Um rim novo
- Uma fábrica de sapatos
- Um kit de maquilhagem profissional
- Uma massajista tailandesa
- Um cabeleireiro
- Perucas de todas a cores, feitios, formas ....
- Uma televisão de écran XPTO
- Uma Play Station
- Uma Barbie (nunca tive...)
- Um partido político
- Vários políticos
Se ganhasse o Euromilhões, que não jogo, acho que teria de ser internada. É a velha mania das grandezas....
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1:19 p.m.
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sexta-feira, 11 de novembro de 2005
pilas
Este efeito que os bebés provocam em nós, adultos faz-nos parecer ainda mais infantis do que eles próprios. Às vezes chamo ao Simão “lirulas” ou “pilas” e ele ri-se. Sorri mesmo, com uma expressão que também me faz sorrir. Provavelmente pensará, chamares-me pilas???
Pilas??? E solta uma gargalhada. Também eu soltaria uma se me chamassem pipis. E até poderiam chamar com mais propriedade porque afinal todas as Filipas são “pipas”, “pipis” e outros nomes parecidos. Mas Simão não tem nada a ver com pilas, muito menos com “lirulas”. Voltando às pilas, se fosse “pilinhas” ainda se percebia, agora “pilas”, não faz sentido nenhum – ainda só tem seis meses. Já “lirulas” parece adjectivo para maluquinho. “poki” é mais de desenho animado, “calhoto” vem de porcalhoto, mas ai também teria de ser condescendente. Se está porcalhoto é porque não lhe mudaram a fralda. Nada disso. Mas soa bem. Chamar a um bebé “pirulas” com aquela vozinha adulta a fazer-se de infantil sabe bem.
Sabe bem ver um “beps” a rir, sabe bem pegar nele dar-lhe abracinhos, e vê-lo cair de sono. Agarrar aquelas mãozinhas gordalhufas e fazer “festinhas de gato” e pensar que ele gosta mais de nós do que do outro que está ao nosso lado.
Patetas ou não, não resistimos a fazer gracinhas para ele nos devolver outras, a agacharmo-nos e imitarmos patos ou grunhirmos ou ladrarmos ou miarmos como se quiséssemos que ele também imitasse esse sons ou pelo menos os reconhecesse. O mais estranho é raramente sermos adultos ao pé dos bebés, porque no fundo é isso que queremos que ele cresça não a grunhir, nem a miar, nem a ladrar, nem a responder a uma chamada de “poki”, “lirulas”, “calhoto”, “bolinhas” ou “pilas” (e aqui já depende de como ele se desenvolver!), mas que fale e que saiba que é o Simão. Tenho de deixar de ser pateta.
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5:23 p.m.
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Uma amiga
Está aqui uma amiga sentada ao meu lado, meia inóspita, provavelmente a pensar na sua vida e eu na dela. Está a ver-me escrever, sem ler e a fumar um cigarro com as unhas pintadas de castanho escuro.
Somos totalmente diferentes. Ela é loira, olho azul mar, estreita, pequenina, muito senhora. Eu sou morena, ombros largos osso proeminente, não envolto em carninha. Ela gosta das festas, do social, das conversas de ocasião.
Adora coleccionar cromos que a bajulam a cada momento. Eu também adorava, noutro tempo. Os cromos são como os sapatos que transbordam do roupeiro do quarto, aliás do closet - ela tem um closet.
Vive numa casa com cortinas indianas transparentes e tapetes da Casa do Campo. Come fatias finas de fiambre do lombo, sem gordura e sem pão e tabletes de chocolate partidas em quatro quadrados gigantes. Bebe champagne na mesa de tampo de vidro da sala e fuma um cigarrito sem travar, realçando as unhas das mãos arranjadas.
É vaidosa. O espelho da casa de banho é enorme, e em baixo tem uma pedra que sustenta perfumes, cremes para todas as partes do corpo, maquilhagem para qualquer ocasião e bijuteria cara de qualidade evidente.
Tem uma balança transparente, e uma máquina anti-celulite. No hall espalham-se quadros, retratos estilizados por uma amiga pintora que realçam os seus mais finos traços.
No frigorífico tem colada a dieta Kellog’s Special K e na varanda um barbecue que nunca estreou. Não há roupa que não se use naquela casa. Não usa, dá. Não se renova e quando a espiral da moda voltar ao mesmo lugar, não recupera e nem sequer tem saudades. Não se lembra. Compra-se outra. Tem um portátil profissional e uma aparelhagem transparente e luminosa (encrustada???) na parede.
O sofá é enorme e ao lado uma mesa que guarda garrafas de wiskey despejadas à semana e colas light. Há bombons por todo o lado. Toda a casa é um bombom. Ela é um bombom. Sinto-me bem ali.
Ralha-me muito, é arrogante. Não gosta das pessoas que eu gosto. Às vezes é antipática. Tem humores. Mal agradecida. Impõe-se. Já me envergonhou quando se envergonhou a si própria. Nem sempre mostra como é. Não deixa que lhe toquemos no fundo. Tem um bom fundo. É como a sua própria casa. Não é a minha cara, não poderia ser. Mas gosto muito de lá ir, sinto-me bem lá.
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5:03 p.m.
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Saltos
Lembrei-me dos saltos dos sapatos, esses misteriosos andaimes, que podem transformar uma menina em mulher ou uma mulher em menina.
Os saltos são maquilhagem em cara deslavada. São cinto em jeans simples. São cortinados em janelas grandes. Quem anda de saltos está lá em cima, que anda sem eles, está cá em baixo.
De saltos somos altivas, falamos com propriedade, com autoridade, com pretensão. Convencidas e nunca vencidas. De rasos somos hippies, revolucionárias, estamos confortáveis, e vemos tudo com outra lucidez. Sentimos a pedras, não tropeçamos nelas. Andamos com segurança, sem medo de cair, de escorregar.
Com saltos bamboleamos, realçamos as nossas curvas, abanamos o rabo e temos dores nos pés.
Salto é de direita, raso é de esquerda. O salto é Gambrinus, é japonês chique. O raso é peixe grelhado à beira mar ou Bica do Sapato. Salto é Comporta - na variante de “cunha” – como raso é Sagres ou Gerês.
Sem saltos, esticamos as pernas, sentamo-nos num passeio, corremos sem parecer ridículas e temos dores nas costas. Os saltos obrigam-nos a beber pelo copo. Com rasos bebemos pelo gargalo. Saltos são descapotável, rasos são carocha, ou bicicleta. Saltos estão para natação, como rasos para bodyboard.
Saltos são bons para calças compridas, rasos são melhores para calções. O ideal é ter sapatos de todos os formatos e para todas as estações. Ultimamente ouvi falar do meio salto… é uma solução.
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12:26 p.m.
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Faz-me andar com um blush na carteira que uso imediatamente antes de sair do carro, ou no vestiário de uma loja qualquer. Obriga-me a pensar se as meias não estão coçadas – para não dizer rotas – e ver se o soutien e as cuecas não fazem lembrar a minha avó. Faz-me andar com um carregador de bateria para telemóvel no carro e memorizar dois números de telefone e procurar rede ao fim de uma hora sem ela. Impõe-me na memória acontecimentos do dia para ter histórias ara contar. Abre-me sorrisos estúpidos em filas de trânsito no regresso a casa. Dá-me tristezas e alegrias, saudades e vergonhas, abre e corta-me o apetite. Faz-me pensar se o fio dental é porcalhão ou sexy, se o verniz vermelho é ousado ou arrogante, se o gloss é espontâneo ou com efeito premeditado.
Vistas a coisas desta maneira, o amor acaba por ter um efeito estranhíssimo. Faz de mim mulher. Só isso?
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12:26 p.m.
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livros
Ás vezes, às duas da manhã, dá-me uma vontade súbita de ler. Fiz isso há dias, e agarrei num dos que são para ler – ensaios de Vaclav Havel. Três parágrafos depois estava a dormir profundamente. Tenho de escrever um...
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12:24 p.m.
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quinta-feira, 10 de novembro de 2005
Sampa
Não tem nada a ver com praia porque nem sequer é Baía, não tem portos, nem mar e o único rio que por lá passa, o tiête é um lodo que arrasta excrementos de favelas maiores que Portugal todo junto e atravancado por prédios gigantes de grades de segurança que sobem ao terceiro andar.
Todas fingem orgasmos, todas preferem rapidinhas, todas são submissas e despreconceituosas. Todas agradam os homens e agradecem – e cedem a um pequeno agrado. Fácil. Todos olham para o lado, são malandros e malandrecos. Mas menos que no resto do Brasil. São vaidosos e siliconados nos locais que menos imaginamos e exibem músculos tão reais quanto os cabelos lisos. Consomem e consomem-se. Aos domingos à noite mais ainda. Na 25 de Março muito. E não se queixam, só dos políticos porque não acreditam nem se fazem acreditar. Cada um por si e deus por todos. Abro os braços mas não os fecho por ninguém. Logo á noite há balada, não querem vir?
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6:20 p.m.
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segunda-feira, 12 de setembro de 2005
fim de ciclo
esta semana, um conjunto de pessoas alargado viveu a sensação de fim de ciclo. Esta sensação decorre dos fins de mandato sugfragados em 2001. para mim foram mais de quatro anos. Quatro anos de campanha, Câmara, governo, câmara e agora outras lides. Fizemos imenso. Eu trabalhei como uma louca e à vista estão no meu cucuruto plantados inúmeros cabelos brancos, grossos e firmes. Umas ligeiras rugas nos olhos e vincos na testa. Servem estas para marcar um tempo que chegou ao fim.
É fácil dizer que foi uma brincadeira, que se podia fazer muito mais, que foi uma gestão casuística, que não houve consensos que não se conseguiram cumprir metas e objectivos - que naturalmente se reduzem a um Parque Mayer, a uma Feira Popular e a um túnel que esteve parado. Excluíndo o Parque Mayer cuja solução foi recorrentemente inviabilizada por uma maioria de esquerda na assembleia Municipal, o restante foi obra cumprida. Mais. Fez-se muito mais e os bairros históricos têm muitos mais jovens. A cidade tornou-se mais apetecível face às periferias. Quando fui trabalhar para a campanha falava-se de Telheiras, Alta de Lisboa, Casal de Mouros etc. Agora fala-se na Sé, na Baixa, no Bairro Alto, em Alcântara, na Bica, em Santa Catarina, no Castelo.
Por agora não vou dizer mais....
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11:02 a.m.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2005
A Casa do Castelo fechou no fim de semana passado. Para grande pena de uma série de gente que agora terá de procurar um novo spot de verão. Durante não-sei-quantos anos esteve aberta na silly season – I’d rather say hot season - com musica comercial deixando ao rubro até de manhã ( e ás vezes à tarde ) gente de todas as proveniências e idades. Para mim é menos um problema. Invariavelmente, todos os verões acontece-me uma coisa estranhíssima – uma hesitação entre o ir e o não ir a uma festa que sei que vai acontecer na Casa do castelo. Este ano fui a uma. Foi exactamente no sábado passado. Em plenas avencas recebi um telefonema desafiador e resolvi ceder. No programa o que mais me aliciou foi a possibilidade de ir jantar a um restaurante em plena 125 cujo menu se destacava pelos baixos preços de um leitão, uma picanha, uma sangria e outros gourmets ( que ensaio para incluir no menu do meu restaurante em Paris – cf. Artigo anterior). Adorei, confesso. Demorámos hora e meia a chegar e o jantar foi de cair para a banda…. Depois o resto. Casa do Castelo, um amigo que nos encaminhou e encurtou substancialmente a fila, cartões de 30 euros que nem as tostas encheram porque sem darmos conta acabamos por entrar na zona “bar aberto” e ali ficar até ser dia.
Disseram-me que houve fogo de artifício, aviões, palmas, lágrimas, óculos de plástico oferecidos por um patrocínio qualquer, gente gira, gente feia, cabeleireiras fashion e outras da banlieu, unhas de gel, tops da zara e Bubble. Eu não vi nada disso. Achei que a discoteca estava gira, gigante, impessoal, e igual. Não vi nada de novo senão casais da moda que há muito não encontrava ao vivo. Fui à tal festa de Verão e foi suficiente.
Para o próximo ano não há mais. Paciência. Acho que não vou sentir muita falta, aliás nenhuma. Para o ano vou, de certeza encontrar os mesmos de sempre num outro lugar qualquer porque as alternativas encontram-se, nunca se esgotam. Agora ao tal restaurante vou voltar de certeza. Esse não vai fechar e deixou-me saudades… e água na boca.
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11:32 a.m.
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quarta-feira, 17 de agosto de 2005
Negócio
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2:33 a.m.
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terça-feira, 16 de agosto de 2005
Estamos ricas
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terça-feira, 9 de agosto de 2005
Aquece o Coração...
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10:11 p.m.
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sábado, 16 de julho de 2005
As coisas que não se dizem
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10:34 p.m.
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Mas há mais...
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terça-feira, 28 de junho de 2005
Ignorância
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1:23 a.m.
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quinta-feira, 28 de abril de 2005
Brincar às casinhas
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3:07 p.m.
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sexta-feira, 22 de abril de 2005
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6:18 p.m.
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20 euros
e um saco cheio. Habitat retail, no Sintra Business (não Retail Park como parece ser). É ridículo ser um outlet num business park e no retail park não haver outlet de coisa nenhuma. Mas é mesmo assim. O mais importante: duas molduras esfaceladas nos cantos, um caixote do lixo inox amolgado à SUPERFÍCIE, três suportes de velas a euro cada, metal riscado, um prato cor-de-laranja gigante e um comedouro para animais, de duas taças. Estou bastante satisfeita porque só o volume das compras justifica os 37 euros gastos(10 de gasolina + 20 das compras + 2.30 das portagens + o restante para um café e um cake...). Sou tão permeável ao mau gasto... mas antes que mau gosto.
Nota: Hoje, o Governo anunciou que vais colaborar na campanha para as autárquicas, fazendo assim transparecer a proximidade dos governantes com tutelas chave com as orientações políticas locais. Parece-me óbvia a promiscuidade. Pergunto: Se fosse à poucos meses atrás não estaria a sic notícias em inquéritos ininterruptos sobre a questão? A TSF com os costumeiros odiosos a desancar o governo dos abutres? Não gritariam os opinion makers mais trapalhadas para quem, pelo menos tentava dar um rumo a um país presidencialmente açaimado? No for the questions! (não sei se se escreve assim, mas perdoem-me, este PC não tem corrector ortográfico).
Abracinhos.
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5:25 p.m.
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sexta-feira, 15 de abril de 2005
Baby love
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segunda-feira, 4 de abril de 2005
Não compro Cd's
Tenho este estigma... não compro cd's. Não sei bem porquê, e até gasto muita pasta em porcarias, sobretudo naquelas que não ficam para a memória, mas não compro Cd's... talvez por não ter uma aparelhagem XPTO nem um quarto que me suscite horas de relaxamento. Também não sou do género "relaxada"... sobretudo no mau sentido que a palavra tenha implícito. Estou aqui a escrever e a ouvir o "Diário de Bridget Jones 2" e a adorar algumas músicas, mas o problema é de sempre, não consigo saber quem as canta, só as letras e os ritmos...e associa-los a pessoas, locais, factos, acontecimentos, épocas... a tudo. Dei a volta ao meu quarto para evitar olhar para os apontamentos da minha irmã. Não sei o que é CRM e não me apetece saber... encontro todos os pretextos para não estudar, volta o dilema de costume, mas desta vez não tenho desculpa...
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4:02 p.m.
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terça-feira, 29 de março de 2005
FAMA... sem proveito???
Nota: Fui à Fama e...enfim, mais uma vez vi coisas com estes dois que a terra há-de comer. Entre um saltinho aqui e outro ali, Senhores! Valha-nos a lucidez. O costume, de extensões, com dois maricas e um figurante dos Morangos com Açúcar, novela que não sei se ainda passa , auto-intitulado “actor e famoso”... talvez na rua dele, a oferecer shots que... por conseguinte... o barman tem a gentileza de lhe oferecer... Tudo isto para colocar na prateleira de um móvel de fórmica no quarto no apartamento da Amadora Sul, ou de Casal de Mouros (???), um troféuzinho com cabelos falsos de cola na raíz, agrupados em “mechas”, que só lhe enchem o ego a ele próprio. A melhor que já dei, dirá!
Os amigos do “tele-lixo” que nem varridos da caixinha deixam de se achar importantes. Sócrates prometeu co-incineradoras. O “co” não é praqui chamado, mas incineram-nos, por favor.
Eu também sou famosa, entre a malta cá de casa! Muito! E na minha rua!
O auge da noite foi mesmo ouvir, da boca de um desses “actor e famoso” – é que não consigo lembrar-me mesmo do nome, tem graça! - a título de “elogio sem jeito”, dizer-me, sobre a dita de extensões e peles arrepiadas à cicatriz, escondidas sobre expessa cinta de fibra dura: “Oh beleza, larga a XXXX que nem daqui a 20 anos vais ser tão boa como ela...”. Tomei como um elogio. Deixa-me ficar pelos 26 “sugaditaaaaa”!
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2:01 a.m.
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quinta-feira, 24 de março de 2005
Há moelas...
tinha escrito um texto giro e ao publicar desapareceu. estou um bocado chateada, por isso não vou escrever mais nada. Lá está... o sistema. A culpa é do sistema... dâçççç..... é sempre a mesma .....kjhfshwylaefhebf
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9:48 p.m.
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terça-feira, 22 de março de 2005
Para que fique escrito...
Nem todos os Gatos são Parvos.... E nem todos os Parvos são Gatos...
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quarta-feira, 16 de março de 2005
Virgem... Maria
Depois de uma grave interjeição segue-se o “Pira-te Ó Nelson!” ou de uma exclamação mais avivada, “Oh virgem Maria!” ou, ainda mais recorrente em linguagem corrente, virada para a negação “Tá quieto Ó Preto!”. E como se não bastasse, há ainda o careca, que coitado, como já uma vez disse é presença frequentíssima em conversas de café para não falar de outros desgraçados que aperecem de quando em quando, às vezes só de passagem ou os mais resistentes instalam-se no léxico mais comum. O Boda, por exemplo. Não vou explicar. Poupem-me! Muitos de nós pertencemos a um dos segmentos: Marias (virgens ou não), pretos (à parte qualquer conotação racista), carecas, nelsons, bodas e os outros todos. Bom, com esta me retiro para um banho... espiritual, que é dos que eu prefiro. (Podia ser bacalhau - também o há espiritual - mas desta vez não é). Akel abracer!
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Pastilha Elástica
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segunda-feira, 14 de março de 2005
Dívidas...
Bom, anyway hoje já estou mais descansada, que a miúda já está bem, já ligou à mãe, já comprou litradas de "máscaras capilares" a real e meio e pastinha para os dentes... não vá sair de casa com o bafozito da noite... que quer queiramos, quer não, é sempre dispensável... pelo menos susbtituível pelo aroma de hortelã ou menta.
Bom, mas voltando ao interessante, e isto mais para registo NÃO CUSTOU NADA!
Não custou nada mesmo. E começo a considerar esta, uma interessante forma de encarar a vida. Viver dos rendimentos. E quando falo em rendimentos estou a referir-me a rendimentos de outrora, claro. Sair de casa, de calças largas e ténis gordos, com a "barba" por fazer, e ir beber um café com os empregados ainda remelosos à praia. Ouvir Marisa aos montes, para garantir a espertina com um lento cigarro a bafos curtos e goles pequenos de café-cheio (um não vive sem o outro, daí o hífen)! Voltar a casa e tomar um duche sobre o corpo habituado à temperatura do dia. Vestir-me informalmente bem. Pensar no que é a prioridade, sem sequer ter ligado a TSF e resolver ataca-la a fundo. Hoje foi o BI caducado a 5 de Janeiro deste ano. Pagar a Pós-graduação em dívida desde Dezembro. Amanhã será a Segurança Social... depois o Iva, na quinta prepara o IRS e assim sucessivamente até estar completamente saldada e poder considerar-me ...uma mulher feliz. Estou quase. Eu também voltei, não foi só o PSL... à normalidade.
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4:59 a.m.
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sábado, 12 de março de 2005
Mana...
Muitas saudades e muitos beijinhos cheios de nós na garganta!!!!! Até já!
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8:40 p.m.
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sexta-feira, 11 de março de 2005
quinta-feira, 10 de março de 2005
É ELA! Ela é que é a Joana, a minha musa, a minha deusa, aquela que, enfim, se não fosse ela, eu não seria eu, nem ela ela. Muito menos se ela fosse ele, porque assim eu não era nada (pai Álvaro e mãe Céu tinham-se ficado pelo casalinho, Óbvio. Ou como insiste em dizer o Gonzo dos ex-Excesso, Lógico! (criando uma ilusão de lógica naquilo que é simplesmente a norma, mas não necessariamente lógico por não obedecer a lógica nenhuma e repetindo a mesma palavrinha até à exaustão; tocando com a ponta bicuda da linguinha no lábio superior!!! M.Jakie, deixa-te disso, por favor... É chão que... nunca foi fértil! À vista! Basta repararmos nas calças, justas, de napa preta, faça chuva ou sol, inverno ou verão, não dá para poder ser fértil.... Mas ele ainda se faz... diz que vai prá Quinta dos Ranhosos... e eu para o brasil, se Deus for justo). voltando a ela, a minha cara metade, a minha gémea com um ano de diferença, a minha consciência e o meu alívio de consciência, o meu pretexto para a fuga! Vão ser duros, estes dias, mas "troço pra dar certo", tá??? Lindona!!!!!!!! 

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1:16 a.m.
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TÃO CONTENTI!!!!!!!!!!
Estou fascinada, leia-se, fassinada, por poder ilustrar este modesto blog com fotografias ou outras imagens. Demorou, mas consegui. Para já estas são as possíveis, porque são as únicas que o portátil tem, mas dentro em muito breve vou fazer escandalosas revelações.
Bom, escandalosas, escandalosas não... escandalosazinhas... ou quase escandalinhas... ou não interessa. Hei-de encontrar coisas, eh, à maneirex...tás a veri???!
São estas pequenas coisas da vida que... enfim.. preenchem a pessoa... que é pessoa!!!!! è como diz o outro... Há coisas...e há coisas... quer dizer... há coisas...e enfim... há coisas... não vamos baralhar o sistema, né??!?
"Tou tão contenti!!!! Ai tereiza!!!" (in BB1, Elsa para Teresa Guilherme)
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12:54 a.m.
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quarta-feira, 9 de março de 2005
Conselhos
1. Não acreditar em tudo o que se lê!
2. Os'pertinhos lixam-se sempre!
3. Quem vê caras... enfim... cala-te boquinha!!!!
au revoir...si iu sun...
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5:13 p.m.
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Aparelhos
Só para dizer que está quase. Falta mais ou menos um mês para poder comer "grelinhos" à vontade, para poder saborear cada dentada de bacalhau, para mastigar suavemente um bife de vaca sem que, no fim, tenha de discretamente sacar de um palito e limpar toda a esfera metálica que envolve a minha dentadura... aliás o que resta dela. Há dois anos que alterno entre pedacinhos de papel, palitos, restos de maço de tabaco e até cabelos. É triste, eu assumo, mas é verdade!
As dores foram muitas, as etapas também. Contei todo processo a pessoas que não conheci de lado nenhum. Tive a oportunidade de colocar uma armação exterior, à prova de beijo, uma interior, à prova de céu da boca, duas próteses plásticas, chegei a usar super cola três. Domino os termos: Brackets, orto-mandibulares, incisão histologica, implantologia. Sei os milímetros exactos, necessários para se poder colocar um implante no segundo incisivo, porque tive de encontrar espaço para o conseguir enfiar. E nunca tive os dentes tortos. Dois caninos de leite que duraram até ao limite, dois caninos definitivos e falta de segundos incisivos. Não me perguntem porquê. Ver-me-ia na inevitabilidade da resposta: sou deficiente. Então antes... Sim, SIM. Tenho os dentes tortos, mas estão quase direitos! Só falta um mês...espero!
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4:38 p.m.
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Toda "lixadinha"
Sim, tô toda "lixadinha" (com os dedinhos curvados a fazer aspas). Lixadinha à séria! Uma despedida é geralmente sinónimo de tristeza, emagrecimento, definhamento, olheiras, lágrimas, mágoa... eu diria até algum rancor e frustração. Na verdade, esses sentimentos assaltaram-me um dia. Agora é o deboche. O pior é que é o deboche inconsequente.
Tenho 26 anos, uma conta bancária reduzidissíma, as dívidas a cairem na caixa do correio - ele é à segurança social, ele é ao IRS, ele é ao IVa, ele é... (cf. abaixo. Está noutro texto.) e jantares que se multiplicam, tempo livre de sobra para actualizar os meus textos no blog e programar o que não vou fazer - por exemplo, actualizar o BI que está caduco desde Janeiro), e pior que isso gastar o fundo da carteira, já leve em jantares, almoços, lanchinhos etc. Não aguento. As calças não me servem. Tenho medo de me pesar, mas sei, vejo, sinto, reparo até como me olham - tipo "olha aquela "badocha" ou "esta pôs-se uma bardajona!!» - com os refegos a multiplicarem-se sobre o fecho, apertado das minhas calças. Tudo porque estamos em época de despedidas. Mas isto não pára. depois das despedidas haverá, de certeza, o período de comemorações. porque este vai para aqui, porque aquela vai para alí, porque o outro fez anos, porque aquele é parlamentar, porque hoje está sol... porque...e nem sequer precisa de haver um porque. Como sou de bom garfo e não resisto a um prato que me ponham à frente, o metabolismo, que se habitou a assimilar pouco, deixa de resistir. Não há METABOLISMO que aguente... nem cú. O meu está monstruoso. E ainda por cima dei um toque com o meu carro, onde até já tenho dificuldade em conseguir acomodar-me. Estou lixada à séria...
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2:42 a.m.
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terça-feira, 8 de março de 2005
Dias, não são Dias!?!
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8:22 p.m.
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segunda-feira, 7 de março de 2005
IKEA
A panca é sobretudo por electrodomésticos.
Adoro passear-me por corredores de Hipermercados e ficar horas deliciada a babar-me sobre torradeiras, aspiradores, mini-bares (ainda hei-de ter um só para mim), ventoinhas, escovas dos dentes eléctricas, tostadeiras, secadores, máquinas de café, fritadeiras, combinados, mini robots de cozinha, enfim…tudo o que possa ser movido a pilhas ou a baterias.
O prazer é igualmente grande na secção de bricolage, mas apenas na área do “aparelho”. Passo a explicar: lixadeiras eléctricas, ui…Afagadores de chão, ah! Berbequins, mini-berbequins, mega-berbequins, acessórios de berbequins…ahhhhh!
Maior gosto me dá comparar preços. A Worten é para mim, como o Parque do Alvito para as crianças de Alcântara, ou o Portugal dos Pequeninos para as de Coimbra, ou a presidência do PSD para o Marques Mendes… uma delícia! Um gosto! Um desejo! Uma vontade! Uma paixão!
E as instruções? Nada melhor do que chegar a casa depois de três horas a olhar observar cuidadosamente tais electrodomésticos, que considero estar francamente a precisar e levar um, o mais barato, relação “preço qualidade” e passar a dominar uma nova área de mercado, e poder ficar horas, já em casa, na minha na casa de banho, a conhecer todas as potencialidades do novo aparelho. RAM, Pixels, RAG, etc…
O IKEA também é bom, mas não chega a “orgásmico”. As instruções são curtas, não diverge muito de preços, e requer muito empenho na montagem. O electrodoméstico é imediato. O móvel IKEA dá um prazer demasiadamente prolongado, por isso, como em tudo ?!?, tudo... quer dizer..., transforma-se em sacrifício.
Ando meia abatida, porque todos preferem o IKEA… Já não há quem queira acompanhar-me numa tarde de Secção Electrodomésticos, a puxar-me a camisola e a alertar-me para a secção de livros ou de higiene e eu, cega… com o meu coraçãozinho a palpitar hesitando entre a Torradeira e o “Alguidar massajante de pés Ufesa”. A Joana, por exemplo, que tanto precisa de um desumificador, ou de um secador de unhas, prefere gastar 30 euros numa cómoda “MALM”. Não percebo.
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12:38 a.m.
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sexta-feira, 4 de março de 2005
Ganda Nóia
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2:31 p.m.
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quinta-feira, 3 de março de 2005
de dar vómitos a um porco!
Os comentários de "certo e determinado" comentador! Ninguém tem memória política e os sebastiânicos são inevitáveis e cada vez mais preementes. Pai Natal, de barbas brancas, assume-se pela diferença de nunca gostar pelo simples facto de não gostar. Calou e agora arroga-se no direito de dizer ... enfim... coisas. Eu bem ouvi, e vi e se dissesse tudo o que sei... enfim... cala-te boca.
Mas, politiquices à parte, porque não interessa nada quem via ser o novo líder do PSD, eleitoou não por directas, aclamado ou não pelos caciques e seguido pelos crédulos, se o Santana vai para a Câmara de Lisboa e se Portas funda um novo jornal, se o Telmo - dâç... Telmo = BB1 (ja é pai!!! in Maria, 12 Dezembro 2004). Se os assessores do Sócrates o amordaçam ou deixam afundar-se sozinho, se a seca - que seca!!! - mata a sede aos Presidentes de Câmara do Alentejo e Algarve. Se o grupo parlamentar é liderado por Fulano, Beltrano e Cicrano... perdão, Fulano de Tal... e tal e coisa (como diria a Rita Lee. Há um site na net (vulgo de internet) onde se pode ouvir os velhos clássicos da Rita (LEE) recorrentes no bom velho Stones, incluindo o "Lança Perfume"). Se os professores são colocados - queria eu os meus implantes e, num futuro próximo, explicarei quais - se os jornalistas podem circular pelos Passos Perdidos, se a "menna dança???".
Mas a memória é trabalhada. E há coisas que não se esquecem. Agora não me lembro de mais nada para dizer. Um abraço enorme, apertado e enfim... para não dizer nada, mais vale... cala-te boca!
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4:38 p.m.
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Tá na Hora! Tá na Hora!
... e a única expressão que me lembro é : Do Governo se ir embora!
Tantas vezes ouvi daqui da janela professores, UGTS, CGTPS, Intersindicais e outras que tais que quando a Joana me ligou a dizer que tá na hora de se ir embora, lembrei-me logo... do Governo! Estou doente. Será que o poder me subiu à cabeça????
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4:28 p.m.
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quarta-feira, 2 de março de 2005
Crédito mal parado...
Assalta-me uma dor de estômago pensar nas facturas do IRS de 2004, que devo ter perdido e com elas um retorno de 200 contos, ou as credenciais ultrapassadas para exames obrigatórios que não vou fazer e me levaram um dia de espera no centro de saúde para conseguir. A conta poupança habitação que devia ser mexida, mas que adio insistentemente, a transferência de telemóvel a debitar em conta alheia, a justificação médica para cancelar a inscrição do Colmes Place que me obrigou a pagar um ano de aulas e frequentado 5 horas delas, a bainha das calças que comprei nos saldos da Mango há dois anos atrás e continuam com a etiqueta pendurada, no saco original, as meias solas nas botas que acumulo no armário, inutilizadas dois meses depois de compradas, o código do rádio do carro que é só pedir na Renault, mas que não me apetece, cartão da universidade que só me exige uma fotografia e me oferece descontos nus cinemas em dias normais e museus no estrangeiro e que ainda assim, não vou entregar, os multibancos inválidos, colados a baterias de telemóveis, cujo código esqueci, tal como deles algures perdidos entre recibos de portagens atafulhados na minha mala... minha mala, vulgo espelho da minha alma, do meu quarto, da minha vida... uma enorme desarrumação, onde sei perfeitamente o que preciso de tratar, mas...não sou metódica! Que chatice!!!!
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1:09 p.m.
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2005
Doida por por...
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7:19 p.m.
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Guerreiro... menino...
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6:15 p.m.
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Safas-te?? Ou é só...
Novo CICLOComeço um novo ciclo - não, não pensei que estava grávida ! - mas depois de quatro anos está na altura de mudar. Ainda não pensei bem em tudo, mas a perspectiva do estrangeiro, seja o Burkina Fasso (e não sei se é assim que se escreve) ou NY é aliciante. Estou por tudo, ou quase tudo. É a minha travessia do deserto. Está quase a começar. Desenganem-se aqueles que pensam que isto é só facilidades. Não é. É tipo gado, todos sabem quem somos e não nos aceitam. Não mesmo. E também não me apetece estar a “aguar o lobo”, perto da boca. Era demais, sendo certo que, no fundo, no fundo sinto que estou tramada.... Mas enfim. A marca está lá, agora é o vê se te safas… Faz-me lembrar as festas de fim de período no liceu de Oeiras, era o «vê se te avias» ou o «safas-te?». Mais tarde fizeram um grafitti que dizia: «Safas-te? Ou é só beijinhos?»
Voltando ao tema: sorte não ter subido demais. A queda seria dolorosa.... Estou safa… beijinhos!
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6:15 p.m.
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2005
Rouca
Sim, tenho nódulos nas cordas vocais. Não se trata de suma voz sexy, são mesmo nódulos. Acompanham-me há muitos anos, desde que me lembro de falar.
É o que eu e a Celeste Russa temos em comum, voz rouca. Eventualmente teremos outras coisas, mas não consigo lembrar-me de quais…Talvez porque puxei de mais pelas cordas e enfim… cala-te boca. É melhor não dizer mais nada. Se eu dissesse tudo o que sei… coisas…
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8:47 p.m.
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palmas, palminhas
By the way, lembrava-me agora que naqueles programas que me pagavam, enquanto adolescente, para bater palmas, havia sempre um brasileiro, bem pago para puxar pelo público. Valia a pena, nos comícios!
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2:17 p.m.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2005
Sobre 24 horas
24 horas sobre 24 horas. Não há chichis, nem cócós, nem pais, nem irmãs, nem livros, nem computador, nem amigos, nem saídas, nem textos, nem viagens, nem férias, nem jornais, nem compras, nem médicos, nem nada. 24 horas sobre 24 horas e mais nada. Nao há gajos, nem companhias, nem companheiros, nem nada. É sempre igual, 24 horas sobre 24 horas. Que o país saiba, que todos saibam, que fixem, que vejam... 24 horas, sobre 24 horas, para ELE. Devota, entregou-se ao senhor!
Faz sentido, neste dia, santo dia que se saiba.
Na verdade não é fácil estar e não estar. Agora olha… levas com a primeira página de um “jornal de referência” – independentemente da referência de for – e “qui vai diste”… Palhaçada sem limites!
A culpa é vossa, poêm-se a jeito… . Mentira! Fugimos a olhos vistos e enterramo-nos nas cadeiras, na expectativa de só nos verem os olhinhos… sim sim! Valeu de imenso! Bom, agora muito a sério: Um dia para mais tarde NÃO recordar. Se tivesse dinheiro tinha comprado a edição toda, mas como não tenho limito-me a não disfarçar descontentamento que me cola o estômago às costas. Estarão os senhores Joaquins desta vida a dizer: Ai sim??? E eu a olhar para o chão. Pateta e Alegre. Sim, sempre alegre!
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6:07 p.m.
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2005
Uma na ... ferradura
Como já é tarde não me posso esticar nas palavras. Tanta coisa para dizer desde a última vez!!! Tanta gente nova, tanta velha…. Tanto país, tanto kilómetro, tanta bandeira, tanto grito, tanta verdade… está tipo cão…a ficar raivoso. Gosto de o ver assim. O nosso não. Está a ficar calmo e até já o vejo a sorrir, a franzir as rugas que insiste em não assumir, que despontam à volta dos olhos. Como costumamos dizer: Em grande forma.
Estou com uma dúvida: o velho lobo quer voltar e por isso dá agora uma na ferradura? E o cravo? Primeiro vem o cravo, senhores!!!!!!
(mas confesso que nunca percebi bem o porquê de "cravo" e "ferradura". Porque não: dar uma na mão outra no pé, ou uma na sala e outra na cozinha, ou uma na foiça e outra no cajado???
Alguém me explica???? POR FAVOR
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Pastilha Elástica
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2:02 a.m.
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2005
Blues....
Este vai ser seca. É intimista, pressinto.
A ouvir Lionel Ritchie embalada pelo blog do joanete, aberto mesmo aqui ao lado (www.juanitta23.blogspot.com) tenho já saudades. E mais ainda porque a mana Rita está, neste momento a dormir algures em Paris.
Não voltou. Aliás voltou, mas não vai ficar. É esta coisa de clã que nos une e só nós percebemos. Se estivesse cá, podia passar uma semana sem nos vermos, mas... não está. Está lá. Ela, o Sam e o “bolinhas”. E a Joana já cheira a partida. E eu? Onde é que eu fico? Hoje fomos ao ACP tratar da Carta Internacional - almocito nas AMO (era assim que chamavamos, ZAMO. Vamos à ZAMO, comer hamburgers para o Abracadabra e gelados no Fritz? Aos 11 anitos(???) , aluna da D. João de Castro e perdidamente apaixonada por um qualquer João, que hoje é vocalista de uma banda chamada Fonzie. Alguém conhece?)
Ao falar disto afundo-me em nostalgia.
Não pelo desgraçado Fonzie – que há pouco tempo encontrei em plena festa da Diesel, Alto de Santo Amaro, onde os meus avós conservam um pé direito de 3 metros e 9 assoalhadas. Tinha madeixas loiras, decoloradas e um boné -“basebal cap” com furinhos atrás, piercings e um inconfundível e acentuado“sopa de massa”. Falei-lhe e fiquei a saber o que aconteceu à "trupe maravilha" cujos nomes, alguns, pelo menos, ainda guardo minha memória: Bijeu, Ana-catarina-número-um, Ana-catarina-número-dois, o Maló, o Paulo, o Formigão (taradão), a Mila e tantos outros...
Nostalgia por Elas, MANAS. Por mim.
Acho que esta itinerância: ter nascido em Lisboa e sido importada de imediato para Alcobaça - onde os pais já tinham assentado arraiais - voltar a Lisboa, Alto de Santo Amaro, ficar lá mais uns anitos, seguir para Oeiras dá-me a certeza que não vou ficar por aqui. Deixamos para trás as "eunices Maria dos santos vieira, casa-se com o rui à segunda feira, as carlas, as lúcias, as anabelas, as filipas arintos, as joanas marques, as anas raquel, as margaridas, os gémeos joão e luis, os luises, os mauros, as milas... e afastarmo-nos delas, aproximamo-nos nós.
A Rita esteve em Paris, a Joana em Itália... falto eu.
Entre tanto, (separado, leia-se mesmo Entre Tanto) acho que estive a trabalhar. Algures num sítio diferente. Numa realidade diferente - longe da normalidade da vida. E ao sentir essa normalidade a aproximar-se acredito que não vou gostar. Não me apetece voltar a a no-where-place, called home. Andei a viajar tanto, andei tanto tempo fora que me apatece continuar. Não mais do mesmo. Não sou ingrata. Mas queria continuar, para outros lados.
É obrigatória esta itinerância, entenda-se ela como se entender. Em tudo na vida sou itinerante, mas não esqueço. Guardo os slides. Todos e no Natal revemos , Alcobaça, Oeiras, Lisboa, Cabanas... estão todos na memória, os Fonzie todos desta vida mais gordos, mais estranhos...
Mas tenho mesmo que ir.. já é tarde.
Nota1: Estou doida com o Lionel e a culpa é da Mafs!!!!!
Nota2: Mesmo que me esquecesse, o Hi5 estava cá para me lembrar, e o Garage, aos sábados.
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2:17 a.m.
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2005
Incomoda.... mas não cheira!
Falso alarme… não passou de ar. De uma rabanada. (Adoro dizer “rabanada” faz lembrar “bardajona” . Rabanada e Bardajona : “A bardajona já fez as rabanadas.” “Uma rabanada que levantou a saia àquela bardajona.” – aliás há quem diga que foi desta fusão que nasceu o R&B. Oraites!)
Voltando ao assunto. Tento. Sinto a descer. Algo vai acontecer. Sinto. Pressinto. Tenho de mim, para mim, cá uma ideia…. Nada. Afinal é melhor voltar mais tarde….
Também não tinha papel.
(a sorte é que isto não suja).
Incomoda, mas não cheira!
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1:50 a.m.
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sábado, 22 de janeiro de 2005
Carapinha... todas têm!
Com a cabeça entre as orelhas, lá vou eu andando (diria o Sérgio Gordinho) que todas as manhãs encontro no café ao lado do meu trabalho.
Horrível, ter feito certas e determinadas... enfim... coisas que não me apetecia nada, mas correram bem. Não custou tanto quanto pensava e até confesso, habituando-me passaria a faze-las...como diz o "outro" - que ninguém sabe ao certo quem é - "com um perna às costas" e só com uma, porque com as duas custar-me-ia bastante a andar - i.é. perderia todo o poder de locomoção. Enfim, passando-me...à frente. Não fui. Estou cá. Triste. o "material" seguiu pelo seu próprio pé, vulgo - pólo verde do Joanete. Hoje vou aparecer nos telejornais e desconfio que amanhã também. Que frustração. Mas olha, diz o povo, que é sábio - há quem goste!!! Eu detesto, fôra eu "la vrai vedette"!!!
E por falar em vedette, quero que fique claro, vou ao cabeleireiro, faço madeixas e mais, muito mais. Nasci morena e estou loira. E faço brushings como quem compra pastilhas - elásticas, tá claro - e ponho blush TODAS AS MANHÃS. ESTA CÔR, NÃO É NATURAL... a única coisa de natural que tem é de ser feita à base de produtos naturais - BODY SHOP!
Enfim, saída do gabinete, a um sábado, às 20h00, depois da abertura dos telejornais, fujo com medo do que aí vem.... logo à noite lá estarei, nos sítios do costume....
Não vai ser desta que me livro.
Jokinhas, lindos desta vida... airaida!
PS: RF não te preocupes. Carapinha TODAS TÊM.
Em Àfrica têm mais....
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7:47 p.m.
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2005
Pink, Lotion!
Já agora, para não me esquecer. Uma das frases que marcou o meu 2004, foi, num acto de alguma solenidade alguém dizer: “Acho que isso é excesso de confiança a mais”.
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3:04 p.m.
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terça-feira, 18 de janeiro de 2005
Clube de vídeo
Algo frustrante, confesso. Receber uma mensagem no telemóvel que diz: “O pior que me podes fazer é surpreender-me!”.
O que é que isto quer dizer? Não tenho a certeza que é bom, mas a conselheira de conveniência, varia à proporção de quem está ao meu lado, no preciso momento em que algo acontece desta vez disse-me: Claro que é bom. Significa lá lá lá lá lá lá e mais lá lá lá lá e lá lá lá. Não é mais fácil dizer, isto é assim, assim e assado, e só não é ao contrário porque senão era de outra forma? Falta clareza, transparência, estabilidade, e nomeadamente, aliás, precisamente serenidade. Adoro “des mots dificiles”. Dá um ar sério e consistente ou não, depende sendo certo que… lá lá lá, lá lá lá, lá lá lá e mainão seiquê!
É verdade, para os interessados, não encontrei razões para o fazer, mas fiz e até não foi péssimo. Por minha alma me confesso.... cabulei, um bocadinho... serei prostituta?
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1:16 a.m.
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2005
Estou revoltadíssima
Péssimo.
Também estou revoltada por outra razão e esta mais chata. Tenho um exame da Pós Graduação que nada me apetece fazer. Nada. Repito nada. Por várias razões:
1º Não estudei o suficiente.
2º Mesmo que tivesse estudado esta cadeira é só de decorar.
3º A alternativa a decorar é cabular.
4º Não consigo cabular. Coro até aos intestinos e deixo-os em ebulição em guinadas permanentes.
5º Apetece-me estar na praia e depois ir aos Saldos.
6º Apetece-me falar a telefone e ler jornais.
7º Apetece-me fazer tudo, até ir ao dentista, menos ir fazer o exame.
8º A minha irmã Rita faz hoje 30 anos.
9º Ainda faltam 8 meses para eu fazer 27.
10 º Estou cheia de fome.
Mas haveria muitas mais razões para não fazer o raio do exame. Só não encontro razões, nem “uminha” para o fazer. O que é que faço?
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2:44 p.m.
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quarta-feira, 12 de janeiro de 2005
Ataque de riso
E porque recordar é viver, vivi momentos de intensa gargalhada, sobretudo ao encontrar fotografias do Brasil onde nós, a Matos, vulgo “matos-a-todos” estivemos uma tarde sentadas na esplanada de um resort a beber caipirinhas com dois chapéus horríveis ao lado de um qualquer Silvester Stalone. O Sly (para os amigos, que nos recusamos a ser) queria levar uma foto com miúdas para casa, queria companhia e “juventude” e sobretudo não queria estar ali, sozinho com um empregado permanente, de carapinha a servi-lo. Queria Miami e foi parar a Jericoacoara. Tiro ao lado. Nós queríamos estar descansadinhas e falar em inglês para variar o sotaque. Tiramos uma foto patética, com chapéus de renda enfiados até aos olhos que o Sly fez questão em nos oferecer e fnda a caipirinha demos a debandada. Não sei o que ele terá dito aos amigos, mas desminto tudo.
Mas rimos ainda mais ao ver uma sequência de fotografias que tiramos, no Japão, mais propriamente em Kyoto. Fascinadas com a nova máquina, alargamos a objectiva a toca a disparar ininterruptamente. Resultado 9 álbuns, um deles só dedicado a um cemitério. Na altura parecia muito interessante. Um cemitério japonês. O resto, que vimos no Japão, não interessa nada. E de qualquer forma, está guardado na memória.
No fim, consegui mudar a foto do Hi5. Sou triste e tenho vergonha de mim mesma.
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11:55 a.m.
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Quem és tu, ze gato ou gata?
falas, falas falas e depois, enfim, nada, esquece. já agora fica onde? e quem vai? e é descontraído ou sério? e é para levar amigas, ou elas já lá estão? e... tantas perguntas!!! uma deixa, por favor... antes sangre da cabeça de tanto bater com ela numa parede de reboco grosso e deixa-la escorregar até ao rodapé...
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Pastilha Elástica
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1:17 a.m.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2005
Rachar de frio
Sagres, como já sabem foi o destino e os fatos e pés de pato que não tiveram o privilégio de viajar com pranchas só serviram para ocupar espaço na bagagem do carro. Sem grandes expectativas acabamos por nos divertir imenso, mesmo nas poucas horas de sono, partilhadas num exíguo quarto atrás do Dromedário, na vivenda Edite Nobre, onde duas caminhas de solteira deram lugar a seis – na mesma condição.
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Pastilha Elástica
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11:47 a.m.
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Continua a ser... quem foste!
Para quem sabe que lhe estou a escrever uma resposta, aqui vai.
Estes textos são longos, é certo, mas nascem de profundos momentos criativos. Baseados, quase todos, em situações e personagens reais. Isto é, cada caricatura, cada palavra, cada momento, cada situação radica de algo que observei, vivi, absorvi e guardei na memória. Outros não, mas ainda assim, nascem também da minha imaginação. Peço desculpa pela extensão, mas também confesso que a maioria deles tem o seu ponto alto no fim, e para se chegar ao ponto alto - vulgo G – para quem tiver paciência, terá mesmo que ler o texto todo.
Beijos e abraços e façam-me um grande favor…
Sejam felizes, continuem a ser vós próprios, não deixem de ser quem são, e não deixem que a CASA vos suba à cabeça… lindões!
PS: não tinha graça nenhuma se passassem a ser outros, ou aqueles que um dia já tivesem sido, ou animais; Se não me fizessem esse favor, sim, porque é a mim que fazem e não a cada um; E se ficassem com uma casa pendurada na cabeça!
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Pastilha Elástica
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11:25 a.m.
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2005
Hi, 5!
Esse tempo acabou há muito tempo, e só me voltei a lembrar desta expressão quando insistentemente recebi um convite para fazer parte do mundo HI. O mundo Hi é a maior rede de contactos que eu já vi. Se há já algum tempo defendo uma teoria - que não sei quem me contou - que todas as pessoas se conhecem e sexto grau, ou seja, o amigo, do amigo, do amigo, do amigo, do amigo, do amigo, é também meu amigo ou conhecido, agora tenho a prova que isso é mesmo verdade. Entrando inocentemente no mundo Hi, vi aquelas pessoas que já nem me lembrava que existiam e lamentei ter uma fotografia tão feia, ou melhor, tão profissional.
O meu paizinho diria: "Estás como és." Mas eu bem sei que tenho os meus dias melhores, os meus bronzes mais apurados, os meus olhos mais verdes, e o meu cabelo mais penteado. Ou não. Esse e que é o drama. E na foto que lá tinha, estava um bicho trabalhador.
Enfim, tudo isto para dizer que não há quem não queria parecer bem. Dominam fotografias de verão, ainda que esteja Inverno, de sol, ainda que esteja de chuva, de umbigos à mostra e óculos de sol dependendo da cor dos olhos de quem os usa. Ou então, as fotografias engraçadinhas, as costumeiras graçolas, do tipo: uma sanita, ou uma legenda "Display not avaliable. This person is too sexy to be on a picture".
Também se percebe logo os que se inscrevem declaradamente para o engate. Escrevem o seu perfil em inglês - não apareça uma "bifa" boazuda que os ponha banzos. (Gostaram? Os 3 B´s, mais dois de BuBies), e têm já, nos amigos, umas senhoras que a cara é substituída a uma cintura invejável, na generalidade chamadas: Lizzi, Sly ou Nina.
Mas só de falar nisso fico incomodada. Porque me apercebo que andei a bisbilhotar amigos de amigos, e conhecidos de conhecidos, ou desconhecidos que, até nem me importava conhecer. É inevitável. O facto é que já lá estou e faço parte da grande aldeia global. E chamei amigos e conhecidos. E falei de mim – em português. E agora? Agora é mudar de foto, URGENTEMENTE.
JOKAS LINDÕES (private joke)
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Pastilha Elástica
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5:08 p.m.
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terça-feira, 4 de janeiro de 2005
Eu sabia!!!!!!
passo p aqui a minha opiniao À cerca do texto do dia 31.12.2004:
Gostei sim senhora só quero fazer um ou dois reparos... para começar "(...)Estamos a falar do finzinho de 2005 ( gostaram fofinhos?)" que conversa é esta??? andas a querer enganar a malta n é??? inda agora começamos... olha olha olha que tu apanhas!!! passando à secção seguinte: a caminho de 2005 "(...) viagem onde vou ter quatro companheiras de estrada e três desta vida para embirrar" - adorei!!! bolas ouvir isto no inicio de + um ano, é obra!!!
Agradeço a ti aos demais que partilharam comigo uma noite fria (isto até podia ser um mote p/ uma canção - experimenta!), com vinho, com a famosa sangria que só UMA (não vou acusar ninguém!) queria beber e que sabia a remédio, com champanhe, caipirinhas e outros que perdi a conta. Valha-nos o cheiro a nafetalina, não sei bem até quando (já enjoa!) para lembrar o nosso quartito da casa "Edith Nobre" que tal como a carrinha apresentou lotação + q esgotada. Oh flipinha: cala-te que estou a dormir!!! na manha seguinte: podem estar caladinhas???!!!
bom, bom, foi muito bonito e mais não conto porque não sou obrigada. Agora já se fazem os preparativos para a festa de comemoração "de la noche vieja" ah e por falar neles: veem aí os espanhois. Aquele abraço e muita saudinha. Fica bem, TÁ?!!!
bjs
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Pastilha Elástica
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11:59 a.m.
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