terça-feira, 23 de outubro de 2007

versao inglesa

para enjoar...

E porque estou em época de piroseira, este serve so para a Joana conhecer a versão espanhola... de tua ermana...

terça-feira, 25 de setembro de 2007

o risco...





a tal panca...


Acho que temporariamente me passou a panca May Winehouse. Deveu-se muito a uma amiga do meu "man" receém chegada a lisboa, girissima que insite no risco em cima e em baixo. Eu acho que ela tem muito de risco, mas não tem só de risco.


Explico: o risco dá imensa graça, mas ela tem uma graça propria, daquelas que nos apetece ter: magrinha, uns dentes proeminentes, mas certinhos, um ar tímido sexy. De qualquer forma, deixo aqui o registo desta fase, aqul picasso, no seu momento azul, eu no meu melhor de amy, quase futura ex-tóxicoindependente...

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Amy Winehouse

E eu que nem sou nada dada a decorar nomes de artistas, títulos de músicas e denominações de bandas, vejo-me doente à espera de uma referência da autoria ou pelo menos da interprete, a cada vez que que ando de carro, de uma música que me anda a dar a volta à cabeça. Aposto para mim que é a Ella (Fitzgerald), penso para dentro não vá um não óbvio matar a réstea de orgulho que (ainda) guardo da minha incultura musical... Bom, descobri e num semáforo escrevi num coto de maço de tabaco velho - com mais de 3 meses - , que ainda presiste em "marcar presença no meu carro". Amy Winehouse... o resto não consegui ouvir. Procurei no youtube, na internet, no google'images e enfim, vidrei definitivamente. Posto isto, posto o vídeo e já postarei o resto...
é delicioso e vale pena... estou contente... estúpidamente contente.

Na minha, palma...

Por falar em Palma, não é que ontem tocou ao vivo no metro de Lisboa?!?!!!... É nestas alturas que me arrependo que não ser assídua em transportes públicos...
A última vez que o vi actuar foi num miserável concerto que reuniu o melhor de agora e de sempre de música portuguesa. Miserávelnão pelo cartaz, mas pela afluência. Tudo o que é barato ou de graça não é valorizado e por isso este quase às moscas...os bons e os menos bons que já toda a gente, uma ou várias vezes na vida pagou para ouvir...
Fui, com muita lata, ter com o Palma e disse-lhe: Fazes parte do meu imáginário, cresci contigo, dormi contigo e enquanto houver estrada para andar...

terça-feira, 18 de setembro de 2007


Tenho saudades do azul da água do mar. Estou aqui a ouvir Pavarotti que não sei porquê, agora que morreu, morro de saudades...
A seguir prefiro encostatami, do Palma, que abarço pela resistência, pelas palavras e enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar....

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

a Kika

A Kika foi lá para casa no final de 2004. Foi procurada na Internet, encontrada em Viseu, veio de viagem, e chegou ao Cacém onde a Rita e o Sam a foram buscar. Veio mínima, tinha 2 meses. Era um bébe. Cresceu e ficou uma bonita epanuel breton, com um pêlo macio, com o tamanho certo, com o peso certo. Era super bem disposta, muito divertida, e sobretudo muito meiguinha... e é por isso que vamos sentir a falta dela. E é por isso que fico triste em saber que se pode atropelar uma cadelinha tão querida como ela e fugir sem sequer pedir desculpa, sem sequer se justificar. A kika era uma amiga que podia estar uma hora a dar beijinhos sem se cansar... era uma companhia...era aquela amiga que nunca falha, que gosta sempre de nós, que nos acorda com lambidelas como se fossemos a coisa melhor do mundo!
É dificil para quem não gosta de animais perceber a tristeza de quem gosta muito e perde, mas é como perder uma amiga... a nossa kiquinha já não vai voltar...

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Marcar Hotéis

Num excitamento (quase) infantil ando há dias à procura de um hotel/ guesthouse/BB/pensão/quarto para ficar alojada em Mykonos. Procuro o sítio perfeito ao custo também perfeito, o que resulta numa combinação absolutamente imperfeita. Começa a ser um vício, quase um tique clicar: http://www.google.com/ e pôr à frente a cidade. Depois aparecem-me sempre as mesmas hipóteses que eu tento enganar alterando os critérios de ordenação. Os hotéis dos directórios booking.com, com maravilhosas vistas, com tons pastel, mas … da paisagem. Apanhada num daqueles dias solarengos, de mar azul turqueza (photoshopiado), onde tudo parece idilicamente perfeito!
A verdade é que sinto-me quase tentada a dobrar a parada por efeitos que sei que se devem ao tal software. Mas que sinto, sinto…! E continuo nisto, mais uma tarde à volta das sites e listas interminávies de hotéis full, outros avaliables que já sei de cor, que conheço a localização graças a tecnologias api maps, que me são praticamente familiares... e no entanto nunca lá estive e provavlemente nem estarei.
E assim, termino este desígnio a marcar uma noite, no mais barato +5 euros, ou seja o segundo mais barato, que vi desde o primeiro dia. marco só uma noite, na esperança de lá encontrar o tal hotel perfeito, a preço perfeito, no local perfeito.... e lá repete-se a cena toda outra vez... para a noite seguinte!

quarta-feira, 27 de junho de 2007

18_07_06

Na segunda-feira, dia 18 de Junho de 2007 aconteceram imensas coisas. Nãpo pdia dexar de registar no meu blog, para que fique para a memória. A coisa mais importante foi ter nascido a Laura. Laura Alves de Matos Lercher. Uma Laura Alves dos tempos modernos, a minha sobrinha, linda, mesmo mesmo bonita, veio conhecer o mundo com umas mãos roxas penduradas e uma pele branquinha. 2,880 Kg e 48 cm. Perfeitinha. Também na segunda feira a minha mãe fez 60 anos, pelo que avó e neta festejarão os aniversários em conjunto! Adoro o signo delas, das minhas meninas, a céuzinha, laurinha e a tia Joana. Falta a mãe Rita, mas dela gosto muito, muito, do signo é que já não tanto!!! Queria mostrar a minha princezinha bebe, mas tenho medo, e por isso não posso por a nossa lauretes aqui. A terceira coisa que aconteceu foi uma intervenção cirurgica à minha imparável boquinha! Pontos, células animais numa amálgama que pretendem reconstituir uma gengiva, não sei bem como.
Por isso, mas sobretudo por mim, deixei de fumar! Decidi que não estu interessada em continuar nesse vício patético, e portanto comprei o sistema (pensos) e pastinhas nicotinel. Vamos ver se chega, mas já passaram 10 dias e a coisa está a correr bem.
Finalmente soube que aconteceu uma coisa horrível que tenho dificuldade em por aqui, mas um "acidente" muito chato a uma amiga minha que gosto muito. Não é daquelas que estou todos os dias, mas é das que gosto muito! Só soube anteontem quando fui tirar pontos. Sei que está a melhorar, espero que passe rápido e que o que falta fazer se faça de uma forma muito simples.
Um dia estranho...

quarta-feira, 20 de junho de 2007


quinta-feira, 31 de maio de 2007

Não digas a ninguém

Porque não posso aceitar essa etiqueta de ignorância, a partir de agora (e independentemente do que o futuro me reservar) vou fazer um registo dos meus actos culturais, tenham eles a forma que tiverem. Ora vamos lá:
Ontem fui ver um magnífico filme francês - Não digas a ninguém - realizado por Guillaume Canet e com François Cluzet, Marie-Josée Croze, André Dussollier entre outros. Prende-nos ao écran e tem uma maravilhosa banda sonora que ritma todo o percurso da trama.
Cluzet, o Dustin Hoffman europeu, brilha com uma interpretação extraordinária, galardoada com o césar de melhor actor.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

o bloqueio

Na semana passada resolvo criar um blog com o meu curriculo e o meu prefil. Tem um nome que me é muito familiar - Maria Filipa Matos. Domingo compro um fio de prata para pôr ao peito uma medalha da Nossa Senhora de Fátima. Segunda feira, mal chego ao emprego, recebo um telefonema convidando-me para um encontro (eventualmente) profissional.
Destino? Fé?
Sem qualquer expectativa até porque o escasso tempo até ao dito encontro, não me permite grande preparação e porque não estou habituada a testes desta natureza, aviso que saio mais cedo e perfumo o pescoço. Não tenho nada preparado, mas posso sempre defender a minha honra (caso seja atacada). Mas todos temos calcanhares de aquiles (ou daqueles) e eu não sou excepção. Depois de uma primeira parte onde nado, sinto-me, já na segunda a afogar. è que não sai nada... nem os cd's do carro, nem os concertos, nem os Gabriel Garcia Marques, as Allendes, um vicío - silencioso há uns anos - Frank Ronan, Dan Brown, Kafka (e a Metamorfose ou o Processo), nem Dostoievsky, nem a Ignorância de Kundera, Vargas Losa , Jorge Amado... tantos ingleses, tntos outros. Não me lembrei, nem me iria lembrar (ou até fosse) mas entreguei armas, tolhida, minha auto-imposta ignorância, porque não é fácil. Não é fácil porem-nos à prova naquilo que fazemos por prazer e porque é exactamente isso, um prazer. Por isso não contabilizamos, não medimos, mas está lá. Para que me serviu? Para perceber que não basta saber, ler, ouvir e ver. Os tickets dos concertos, os personagens dos livros, os autores, os autógrafos, os concertos no hot club, no maxime, na aula magna, no D.Maria e no pavilhão atlântico são mais do que "cotos de papel". I've been there e este exercício pode fazer a diferença. Não basta numa conversa sacar a ignorância, ou uma vaidade burguesa "damasiana", ou uma qualquer frase que encha a alma de actor favorito qualquer. Serve, pelo menos, para evitar o bloqueio.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

blogs

Crónicas Alfacinhas
Lisboalisboa
Lisboalisboa2
oirritado
etc etc
A actualidade sob determinados pontos de vista, à vista de todos. Comentários condicionados, condicionando a opinião opública, ou não, mas pelo menos dando-nos a possibilidade de partilhar esses pontos... à vista.

segunda-feira, 30 de abril de 2007

Jane Birkin / Serge Gainsbourg, Je t’aime, moi non plus

Depois da agitação de sexta-feira, o fim de semana foi calmo... eu diria calminho. Ri muito e lamentei não ter ido para o calor algarvio, que embora não tanto, esteve melhor do que na "costa do estoril", que é como quem diz la "Côte du estoril".

Esta grande diferença entre costa e côte recorda-me a diferença entre as letras em português e em inglês. Se cantarmos "Ups, I did it again " soa melhor do que "Epá, eu fiz outra vez". Isto vem a propósito de uma nova versão, agora em inglês, de Jane Birkin e Serge Gainsgourg em Je t'aime.
Se tentassemos em português ficaria de uma pirosada extrema, a definição acabada de pavor: eu amo-te, eu amo-te (Je t'aime je t'aime) Eu já não (Moi non plus) Oh meu amor! (Oh mon amour...) Eu vou e venho... (Je vais je vais et je viens). Em inglês soa bem, ganha a onda chill out de sábado à tarde em bar da praia... não pensamos em inglês, não no sentido daspalavras mas na melódica combinação que nasce delas. Soa bem. Soa pior quando num fórum qualquer ouvimos Star up, benchmarking, up side down, pela voz daqueles de cuja utilização correcta desconfiamos. Para já ainda há quem consiga enganar.
De qualquer forma é este desconforto com a nossa sonoridade que dá gás a quem quer usar o inglês para soar melhor, é a nossa avresão pela simplicidade em português do "xupa xupa no dedo" e d'"eles olham pra direita e pisca pisca" da Rute ou de uma Marlene mas da tolerância por "No natal passado, dei-te o meu coração, e no dia seguinte, deitaste-o fora... este ano ... vou da-lo a outra pessoa" do Geroge (e não Jorge), que faz de nós ligeiramente patéticos e algo ridiculous.

quinta-feira, 26 de abril de 2007

Dia da Liberdade

Ontem comemorou-se me Portugal o dia da liberdade (nacional), o 25 de Abril.
Eu sou de outra geração, a geração pós 25 de abril, também já chamada de geração rasca. Esta geração, que os nossos pais, tios que lutaram pela liberdade numa altura em que se sentiam que ela faltava está também cativa de ter nascido pós 25 de Abril. É a geração que na realidade não lutou para conseguir a liberdade de expressão, pela democracia, pelo sufrágio universal, pela igualdade de direitos, nomeadamente no acesso à educação, saúde, e mesmo acesso às instituições - políticas por exemplo. Mas o facto de termos nascido e 70 e tais ou 80 (entas) impede-nos de ter esse mesmo ónus, ou seja, somos menos, temos de provar mais para mostrar que valemos tanto quanto aqueles que lutaram.
O que hoje sinto é que o poder político está entregue a muitos analfabetos que ergueram bandeiras sem saber, ao certo o significado delas. Que estiveram nas RGA, nos MRPP. Que - quiçá por preguiça - se recusaram a fazer parte da mocidade portuguesa. Que colaram cartazes e isso foi decisivo para lugares partidários e políticos que, por via da liberdade, se mantiveram eternizados no tempo. Os nossos libertadores hoje estão agarrados àquilo que foi uma conquista importante no passado e no futuro daquele tempo, mas aquilo a que apregoaram em voz alta, hoje perdeu-se nos corredores das câmaras municipais, nas juntas de freguesia, nos passos perdidos, nas galerias do parlamento.
Hoje ter acesso à política, entrar num partido é possível com um empurrão das pessoas certas. Ser nomeado para um qualquer lugar depende quase exclusivamente da umbrella partidária ou económica - veja-se o caso Morais. Não basta ser bom, e isso é o défice democrático que eles não conseguiram, ou melhor... nos impuseram...

terça-feira, 24 de abril de 2007

MY PLACE

Não podia deixar aqui de por um dos sites de eleição para organizar viagens, fazer surpresas, conhecer lugares imperdíveis com um gosto refinadissimo de fazer inveja...
my place

Finalistas

Passados 6 anos e tantas coisas, encontrei (absolutamente por acaso) uma página na Internet com a minha turma da UCP (Universidade Católica Portuguesa).
Trata-se de uma votação para prémios atribuídos aos finalistas da nossa turma, que aqui reproduzo. Hoje alguns chegaram a ser aquilo que lhes atribuíram na altura, outros não.
Não sabendo ao certo qual venci, sei, pelo menos, as nomeações que me atribuíram.
Aqui estou eu, na altura conhecida como MARIA FILIPA MATOS.
And the nominees are:
O mais Falador: Maria Filipa Matos, Rita Valente, Rui Soares, Susana Lé, Vanessa Marques, Vânia Maia, Rita Jordão
O mais Engraçado: Vânia Maia, Joana Cruz, Cristina Rafael, Maria Filipa Matos, Rita Valente
O mais Comunicador: Maria Filipa Matos, Vânia Maia, Marta Lopes, Bernardo Ramirez, Joana Cruz, Cristina Rafael
Com mais probabilidades de ser a nova Teresa Guilherme: Maria Filipa Matos, Cristina Rafael, Marta Lopes.

terça-feira, 3 de abril de 2007

Gobbels e Globos

Gobbels foi o Ministro da Propaganda de Hitler. Uma cabeça brilhante que se apoderou da técnica comunista de controlar a comunicação adequando a uma realidade politicamente absolutamente oposta. Diz-se que a força de Hitler em muito se deveu a ele. Ouvi falar de Goebbels a semana passada bien à porpos daquilo que depois se confirmou nas páginas do Expresso. O absoluto controle da comunicação, que diga-se quanto mais elevadas são as instituições menor o espaço privado e maior tranparência é exigida, numa óptica de quando eu quero, com quem eu quero, a quem eu quero e como eu quero. A postura que assistimos é, no mínimo, invulgar depois da afirmação democrática do 25 de abril e que em pouco se coaduna com os principios dos meninos que na altura erguiam cravos.

Para distrair das não-respostas dos exemplares, assistimos aos Globos e pomo-nos a pensar quem dali terá curso superior. Superior em quê? pensamos... Bom, independentemente da formação académica, nem todos precisamos de cursos universitários para desempenharmos funções com brio, rigor, destreza e em beleza. Mas dá sempre jeito o Sr. Dr, ou o Sr. Engenheiro no Portugal dos pequeninos.

O Senhor Primeiro-Ministro podia ser apenas Senhor Primeiro-Ministro e ser um excelente Primeiro-Ministro, mas antecipando-se a qualquer crítica à falta de legitimidade para o cargo, na altura de Ministro, como se fosse condição para o bom desempenho de funções o canudo, lá tratou de arranja-lo.

Pior do que não o ter é a dúvida da real validade do mesmo. Está tudo tão confuso que mesmo que o Senhor tenha estudado muito, durante muito tempo, assistido a aulas de cadeiras técnicas, curiosamente na sua maioria dadas pelo mesmo professor, a dúvida permanece. Pior ainda saber-se que o site onde as habilitações académica do PRIMEIRO-MINISTRO deveriam constar tem vindo a ser alterado consoante vão saindo as informações na comunicação social. Neste momento diz-se licenciado em Engenharia Civil omitindo os pormenores. Diz-se pós-graduado em Engenharia Sanitária, mas também já veio a público que não existe tal pós-graduação. Afinal onde estão os colegas de turma do PM? Que venham agora dizer que estiveram lá, nos exames sentados ao lado dele. Bom, no entretanto temos as distrações costumeiras que ajudam a passar, ou pelo menos minimizar a polémica.


Gostei dos Globos de outro e o cabeleireiro do Oeiras Parque também, porque no domingo à tarde estava à pinha para conseguir dar vazão a tantas meninas que lá se dirigiram para se fazer sobressair na gala mais mediática da televisão.

Descobri um penteado novo, inspirado na Giselle e consegui disfarçar as indisfarçavéis pontas espigadas, estragadas, queimadas que ainda me vão obrigar a cortar o cabelo "à rapazinho"...


Este ano globei, para o ano não sei, mas fiquei com pena de terem deixado cair os prémios de televisão. Em causa própria...mas acho que a classe deveria reivindicar. Não vi o Herman ao vivo para meu desgosto que escondo no rosto, mas estive ali, encostadinha à Lili que invejou o meu prato - absurdamente cheio de doçaria - na ceia que à gala se seguia. Fica para a memória a foto.

quinta-feira, 29 de março de 2007

Paris


O mais bonito
museu de Paris...
o Musée d'Orsay...